Mercado de Biscoitos Massas e Grãos

Mercado de Biscoitos Massas e Grãos

A Indústria de Biscoitos no Brasil

Breve Descrição do Setor de Biscoitos no Brasil

Os biscoitos são segmentados em Recheados, Crackers e Água e Sal, Wafers, Maria e Maisena, Secos e Doces, Amanteigados, Salgados, Rosquinhas e outros. O Brasil ocupa a posição de 4º maior vendedor mundial de biscoitos com registro de 910,6 milhões de toneladas comercializadas em 2017, segundo os dados da ABIMAPI e Euromonitor. De acordo com dados da AC Nielsen no ano de 2017, o Sudeste foi responsável pelo maior volume de vendas de biscoitos no Brasil, cerca de 45,0%, já que possui a maior renda per capita do país e que o consumo destes produtos são fortemente influenciados pelo poder aquisitivo das famílias.

Em consumo per capita, atualmente o Brasil consome cerca de 8 kg por habitante ao ano, enquanto países como Argentina e Reino Unido consomem mais de 10 kg por habitante ao ano. A tabela abaixo mostra os últimos dados divulgados de consumo per capita de biscoitos:

Consumo per Capita de Biscoitos (2014)*
País Consumo per Capita (Kg/ano)
Argentina 12,44
Reino Unido 10,02
Itália 7,37
Estados Unidos 6,91
Brasil 6,05
Rússia 5,75
França 5,56
México 4,75
China 2,23
Índia 1,37
Fonte: ABIMAPI & Euromonitor
*Ainda não foram divulgados dados de 2015

Até o início do Plano Real (implementado em meados de 1994), o setor era caracterizado como sendo predominantemente de capital nacional e dirigido por empresas familiares. O setor passou por um acentuado crescimento, levando ao início de um processo de compra das empresas menores pelas grandes marcas internacionais. Em 2003, com o controle da Adria passando para a Companhia, a liderança do mercado brasileiro voltou a pertencer a uma empresa de capital nacional. Atualmente, a Marilan encontra-se em segundo lugar com
participação de 8,2%, a Nestlé ocupa o terceiro lugar com participação de 7,1%, e assim sucessivamente com Bauducco (6,6%), Pepsico (5,7%) e Mondelez (5,0%), enquanto que a M Dias Branco lidera o mercado com 32,5%, de acordo com dados da AC Nielsen do acumulado do ano de 2017.  O restante do mercado encontra-se fragmentado entre um grande número de empresas.

Performance Recente do Setor de Biscoitos no Brasil

A ascensão social da população está incentivando o consumo de biscoitos, inclusive com maior valor agregado. Os biscoitos tidos como saudáveis também estão apresentando taxas de crescimento bastante expressivas, evidenciando uma oportunidade de expansão da produção.

A tabela abaixo mostra a participação de mercado dos competidores no setor de biscoitos nacional e o das regiões Nordeste e Sudeste do País para o período indicado, em termos de volume e faturamento:

Setor de Biscoitos
Participação de mercado em termos de Volume vendido
Brasil Nordeste Sudeste
M. Dias Branco 32,5% 62,0% 15,3%
Marilan 8,1% 5,0% 10,8%
Nestlé 7,1% 3,0% 9,5%
Bauducco 6,6% 3,1% 9,3%
Pepsico 5,7% 1,8% 6,5%
Mondelez 5,0% 1,7% 6,8%
Piraquê 3,8% 0,3% 8,1%
Outros 31,2% 23,1% 33,7%
Fonte: AC Nielsen ( Varejo + Cash Carry Ano de 2017)

 

Setor de Biscoitos
Participação de mercado em termos de Faturamento
Brasil Nordeste Sudeste
M. Dias Branco 24,4% 54,9% 11,0%
Marilan 8,0% 5,8% 9,6%
Nestlé 9,2% 4,9% 10,9%
Bauducco 8,7% 5,5% 10,7%
Pepsico 6,2% 2,5% 6,4%
Mondelez 8,6% 4,3% 10,2%
Piraquê 6,2% 0,6% 12,0%
Outros 28,7% 21,5% 29,2%
Fonte: AC Nielsen (Varejo + Cash Carry: 2017)

Segundo a AC Nielsen, dados do ano de 2017, a região Sudeste é responsável pelo volume vendido de 45,0% dos biscoitos no País, a região Nordeste por 34,2%, a Sul por 12,2%, a Centro-Oeste por 7,5% e a região Norte por 1,0%.

A Indústria de Massas no Brasil

Breve Descrição do Setor de Massas no Brasil

O volume total de vendas de massas alimentícias no Brasil ficou em torno de 0,8 milhão de toneladas no ano de 2017, conforme Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães &Bolos Industrializados – ABIMAPI, ficando atrásda Itália (1,515 mil toneladas), dos Estados Unidos (1.101 mil toneladas) e da Rússia (957 mil toneladas, conforme tabela abaixo.

Venda Mundial de Massas 2017 (mil ton)
Países 2015 2016 2017
Mundo 13.664,8 13.639,6 13.848,3
1º Itália 1.532,2 1.525,7 1.515,7
2º EUA 1.086,0 1.092,0 1.101,1
3º Rússia 977,5 963,7 957,9
Brasil 882,0 872,5 864,4
5º Alemanha 728,1 731,9 735,1
6º França
601,1 606,2 613,5
7º Peru 555,1 565,8 595,7
8º Irã 517,7 540,1 568,8
9º Egito 480,6 503,2 528,0
10º Argentina 411,8 416,1 422,1
Fonte: ABIMAPI & Euromonitor

O processo produtivo das massas permite ao produtor de um tipo de massa produzir qualquer outro tipo, com apenas pequenas adaptações no processo produtivo e baixos investimentos. A flexibilidade da indústria na adaptação do processo produtivo com necessidade de baixos investimentos, permite ao produtor a oferta de uma grande variedade de massas alimentícias. Assim, a indústria de massas apresenta uma baixa barreira de entrada em termos de diversidade de produto.

A massa é um produto de baixo valor agregado, e o frete tem peso significativo em seu preço final, justificando, desta forma, o estabelecimento de núcleos regionais de produção, consumo e distribuição.

Com relação ao consumo de massas alimentícias, o Brasil figura como o terceiro maior consumidor de macarrão do mundo, atrás somente da Itália e dos Estados Unidos. No entanto, ao ser comparado o consumo per capita do alimento, a disparidade se torna evidente. O consumo per capita de macarrão do brasileiro chega a 5,82 kg por habitante, 3,34% inferior ao ano anterior (2016), que havia alcançado a marca de 6,02 kg por habitante. De acordo com a ABIMAPI – Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados, o que dificulta uma expansão maior do nível de consumo nacional é o fato de que o brasileiro vê as massas como um complemento e não como um prato principal. Além disso, o arroz é o maior concorrente da massa em função de se tratar de um carboidrato de preço mais baixo.

Desempenho Recente do Setor de Massas no Brasil

O processo de abertura econômica vivenciado pelo país, a partir dos anos 90, introduziu novos desafios no mercado brasileiro de bens de consumo e resultou em mudanças estruturais na indústria.
No setor de massas alimentícias, este processo assumiu contornos decisivos em termos de consolidação mercadológica e impulsionou as empresas a investir em tecnologia, equipamentos de última geração e capacitação de seus profissionais. O resultado destes investimentos é um parque industrial entre os mais modernos do mundo e perfeitamente apto a fornecer produtos de qualidade.

As massas alimentícias secas, no Brasil, são produzidas, em quase sua totalidade, a partir de trigo soft e estão segmentadas em: massa de sêmola com ovos, massa de sêmola, massa comum e massa tipo caseira.
A designação “macarrão” é popularmente utilizada, inclusive nas embalagens, como sinônimo de “massa alimentícia”

Muitas empresas do setor possuem processo integrado com moinho de trigo e, em geral, possuem um amplo portfólio com outros produtos derivados do trigo, como farinha, mistura para bolo, biscoitos, bolo pronto, etc. O macarrão instantâneo é um dos produtos oferecidos pelas empresas, com possibilidade de adequação de sabores ao mercado alvo.

As massas secas têm atualmente a maior representatividade do setor de massas alimentícias, com 81,8% do volume de venda de toda a categoria de massas em 2017, de acordo com dados da AC Nielsen, publicados na ABIMAPI. Conforme dados da AC Nielsen, as vendas em volume de massas secas, em 2017, subdividiram-se em: (i) 37,3% do tipo sêmola sem ovos; (ii) 33,9% sêmola com ovos; (iii) 24,9% do comum; (iv) 2,6% do grano duro e (v) 1,3% do caseiro.

Até 1997, o mercado brasileiro de massas era bastante disperso, sendo que as duas principais representantes do setor, a então Adria Alimentos do Brasil (adquirida pela M Dias Branco em 2003) e a Santista Alimentos, detinham respectivamente 6,8% e 6,7% do consumo. Este setor se tornou mais concentrado com a intensificação das fusões e aquisições. Atualmente, mais da metade do mercado, em termos de volume vendido, é dominado por seis empresas: M. Dias Branco, Selmi, J. Macedo, Santa Amália, Vilma e Piraquê.
A tabela abaixo mostra a participação de mercado dos competidores no setor de massas alimentícias nacional e o das regiões Nordeste e Sudeste do País para o período indicado:

Setor de Massas
Participação de mercado em termos de Volume vendido
Brasil Nordeste Sudeste
M. Dias Branco 32,4% 61,9% 20,1%
J. Macedo 12,5% 11,8% 17,0%
Selmi 9,6% 1,4% 12,2%
Santa Amália 6,9% 0,2% 14,3%
Vilma 5,0% 2,8% 9,0%
Piraquê 3,4% 0,4% 7,1%
Outros 30,2% 21,5% 20,3%
Fonte: AC Nielsen (Ano de 2017)

 

Setor de Massas
Participação de mercado em termos de Faturamento
Brasil Nordeste Sudeste
M. Dias Branco 28,6% 61,3% 17,8%
J. Macedo 11,5% 12,8% 14,6%
Selmi 11,0% 2,2% 12,7%
Santa Amália 8,7% 0,3% 17,2%
Vilma 5,2% 3,1% 8,8%
Piraquê 4,2% 0,6% 8,2%
Outros 30,8% 19,7% 20,7%
Fonte: AC Nielsen (Ano de 2017)

Segundo dados da Nilsen e ABIMAPI, entre 2012 e 2017, os tipos de massas que mais cresceram foram as massas secas, com crescimento de 2,8%. De 2013 a 2017, o setor de massas cresceu mais de 26% em vendas, enquanto em volume houve um leve aumento de 0,76%. De acordo com dados divulgados pelo IEA – Instituto de Economia Agrícola de São Paulo, os preços de massas (massas gerais, embalagem de 500 gramas) reduziram 5,9% em 2017, variando entre R$ 2,56 a R$ 2,41, no período de doze meses. Assim, as empresas aumentaram os investimentos no
desenvolvimento e atualização dos produtos, concentrando esforços em dois fatores: praticidade(com o desenvolvimento de pratos prontos de massas pré-cozidas e embalagens funcionais para o público que busca opções rápidas) e nutrição.

Segundo a AC Nielsen, dados do ano de 2017, a região Sudeste é responsável pelo volume vendido de 46,6% das massas no País, a região Nordeste por 31,5%, a Sul por 14,1% ,a Centro-Oeste por 6,4% e a Norte 1,4%.

A Indústria de Trigo e de Moagem de Trigo no Brasil

Breve Histórico da Indústria de Trigo e Moagem de Trigo no Brasil

Em 22 de novembro de 1990, entrou em vigor a Lei 8.096, que revogou o Decreto-Lei 210/1967. A Lei 8.096/90 declarou livres, em todo território nacional, a comercialização e a industrialização do trigo de qualquer procedência, liberando, como consequência, a comercialização e a industrialização do trigo no Brasil, sem os agentes econômicos estarem mais presos a limites, cotas e controles do governo, inclusive para a importação do grão. Em razão dessa mudança sensível, o setor passou por intensa transformação como resultado da abrupta desregulamentação e abertura ao comércio exterior, notadamente à Argentina, cujos custos de produção eram inferiores aos verificados no Brasil e, por consequência, produzia trigo a preços mais competitivos que o Brasil.

Aspectos mais Recentes da Indústria de Moagem de Trigo no Brasil

Atualmente, o Governo adota medidas intervencionistas direcionadas ao setor, seja por meio de Empréstimos do Governo Federal (EGF), da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), do Prêmio de Escoamento da Produção (PEP). Na prática, o PEP representa um subsídio nas duas pontas. Na do produtor, onde cobre a diferença entre o preço mínimo e o preço de mercado, e na das empresas, com o subsídio no transporte do trigo da região produtora até o moinho.

A produtividade da triticultura nacional, apesar de ter apresentado considerável evolução nos últimos anos ainda é baixa em relação aos principais produtores mundiais de trigo. As desvantagens envolvem condições climáticas desfavoráveis à cultura de inverno na maior parte do território nacional o que, associado às características do solo, influencia a qualidade do trigo brasileiro e/ou os custos de produção do grão.

Apesar do esforço do Estado em garantir a renda do produtor, os fornecedores, em especial a Argentina, conseguem desembarcar o grão a custos inferiores aos custos nacionais e/ou em padrões da qualidade superiores.

A tabela a seguir apresenta o consumo brasileiro de trigo nos últimos 4 períodos:

Produção, Importação e Consumo de Trigo no Brasil
Ano Produção Variação Importação Variação Consumo Variação
(Em Mil Toneladas – ano calendário, exceto porcentagens)
2013/2014 5.300 21,00% 7.066 -3,96% 11.400 4,59%
2014/2015 6.000 13,21% 5.374 -23,95% 10.700 -6,14%
2015/2016 5.540 -7,67% 6.745 25,51% 11.100 3,74%
2016/2017 6.730 21,48% 7.349 8,95% 12.200 9,91%

Fonte: United States Department of Agriculture – USDA

A produção doméstica continua sendo insuficiente para suprir o consumo. Desta forma, o Brasil ainda é extremamente dependente da importação de trigo em grão, principalmente, da Argentina. A necessidade de importação imputa aos moinhos uma forte vulnerabilidade quanto às oscilações dos preços internacionais da commodity, que absorve a influência de fatores externos, inclusive movimentos especulativos. Atualmente, as importações correspondem a cerca de metade do consumo nacional.

Aspectos Gerais da Concorrência da Indústria de Moagem de Trigo

De acordo com o USDA (United States Department of Agriculture), a produção mundial de trigo referente à safra 2017/2018 foi estimada em março do ano corrente em 758,78 milhões de toneladas, quantidade 1,1% maior que as 750,50 milhões de toneladas obtidas em 2015/2016. Destacam-se como grandes produtores de trigo, a China, a União Européia, a Índia, a Rússia e os Estados Unidos, sendo os Estados Unidos e a Rússia os maiores exportadores do mundo. O Brasil é classificado entre os 5 maiores importadores do mundo e, em 2017 a Argentina, com base nos
dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Trigo – Abitrigo, foi responsável em fornecer a maior parte da demanda de trigo importada pelos moinhos brasileiros.

As tabelas abaixo mostram os maiores produtores, consumidores e exportadores mundiais de trigo, bem como a produção e consumo do Brasil e da Argentina:

Maiores Produtores Mundiais de Trigo
Ano União Europeia China Índia Estados Unidos Rússia Produção Mundial
(Em Mil Toneladas)
2013/14 144.583 121.930 93.506 58.105 52.091 715.107
2014/15 156.912 126.208 95.850 55.147 59.080 728.171
2015/16 160.480 130.190 86.530 56.117 61.044 735.205
2016/17 145.248 128.845 87.000 62.833 72.529 750.506

Fonte: United States Department of Agriculture – USDA

Maiores Consumidores Mundiais de Trigo
Ano União Europeia China Índia Rússia Estados Unidos Consumo Mundial
(Em Mil Toneladas)
2013/14 117.300 116.500 93.848 34.100 34.260 690.872
2014/15 124.677 116.500 93.102 35.500 31.328 700.496
2015/16 129.850 112.000 88.551 37.000 31.942 708.959
2016/17 128.000 118.500 97.120 40.000 31.753 735.323

Fonte: United States Department of Agriculture – USDA

Maiores Exportadores Mundiais de Trigo
Ano Estados Unidos União Europeia Canadá Rússia Ucrânia Exportação Mundial
(Em Mil Toneladas)
2013/14 32.012 32.032 23.268 18.609 9.755 165.876
2014/15 23.523 35.455 24.170 22.800 11.269 164.175
2015/16 21.168 34.686 22.110 25.543 17.431 172.836
2016/17 28.716 27.319 20.157 27.809 18.107 183.282

Fonte: United States Department of Agriculture – USDA

Conforme dados da ABITRIGO, dados atualizados até o ano de 2016, havia, no Brasil, 196 moinhos de trigo em atividade. Boa parte encontra-se concentrada nas regiões Sul e Sudeste do País (e, assim, próximas aos principais fornecedores da matéria-prima). Em 2016, a região Sul é a que detem o maior percentual de moagem de trigo (42,2%), seguida pela região Sudeste (24,5%) e pelas regiões Norte e Nordeste, (30,1%). O Centro Oeste é a região com menor participação, apenas 3,2%. Até a data de conclusão deste documento a ABITRIGO não havia disponibilizado as informações referente ao ano de 2017.

Perspectivas para a Indústria de Moagem de Trigo

AA Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontou que a área plantada de trigo na safra 2016/2017 apresentou uma redução de 9,6% em relação ao ano anterior, atingindo 1.916,0 mil hectares, e na produção também houve redução de 36,6% em relação ao ano anterior. A produção atingiu 4.253,50 mil toneladas, contra as 6.726,80 mil toneladas registradas no ano anterior. A previsão apontada no 5º Levantamento de Safra de Grãos 2017/2018, para área plantada em 2018 já se mostra em linha com a apresentada no ano passado, sendo de 1.916,0 mil hectares, porém com aumento da produção prevista de 9,2% na produção, estimada em 4.657,0 mil toneladas

O trigo brasileiro sofre concorrência dos subsídios concedidos pela União Europeia, Estados Unidos e Canadá. Na ausência de subsídios, o Brasil seria competitivo neste setor, pois apesar de sofrer com aspectos climáticos, que são menos favoráveis que o clima de outros países, e preços mais caros para alguns insumos, possui mão-de-obra relativamente barata e pode contar com duas safras anuais.

O consumo de trigo no Brasil tem crescido nos últimos anos em função do crescimento de renda da população e consequente aumento da demanda de alimentos. O gráfico abaixo demonstra a evolução do consumo de trigo no Brasil durante a última década.

Fonte: United States Department of Agriculture – USDA
* Previsão de Março do USDA para a safra 2016/2017

 

 

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